Confissões de Computeiro

Um quase-diário de um quase-louco.

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FIT 09 – Ingressos online

Publicado por EPTV 07 em 7 de Julho de 2009, Terça-feira

Com peças esgotadas em tempo recorde o FIT 2009 inicia venda de ingressos.
Sites responderam bem e não caíram; sistema de pagamento enfrenta problemas com o Firefox.

Foram abertas hoje, às 11h, as vendas online dos ingressos do FIT 2009. Cerca de cinco minutos após o horário oficial de divulgação, 11h, as primeiras pessoas já haviam conseguido comprar. Em pouco mais de 20 minutos algumas peças se esgotaram. Para quem perdeu, parte dos ingressos será vendida dia 11 de julho (próximo sábado) às 11h no SESC.
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FIT: O balanço

Publicado por EPTV 07 em 22 de Julho de 2008, Terça-feira

O FIT passou, a Dercy até morreu (pasmem!) e eu não escrevi nada aqui. Me desculpem.

Já que não deu para escrever durante, vamos ao balanço do FIT:
Ao contrário dos outros anos, onde prevaleciam grupos reconhecidos nacional e internacionalmente, 2008 foi marcado por uma chuva de nomes para atrair público. Grande parte deles, como Beatriz Segall e Maria Padilha, foram decepção.
As peças de rua romperam com a tradicional temática folclórica, tomando como foco questões sociais. Já as adultas pagas, quase todas, tinham seus momentos monótonos. Não prenderam a atenção e não empolgaram tanto quanto em outros anos, embora a maioria tenha sido muito boa.
O Não-Lugar, em seu segundo ano com o nome definitivo, voltou à Swift e virou uma baladinha insossa, com DJ’s todas as noites e só.

Melhores peças:
Internacionais:
- Andersen’s Dream: Com seus mais de cinco idiomas, provocou as mais diversas sensações. Uma prova de que entender as falas nem sempre é o mais importante em uma peça.
- L’Oratoire D’Aurelia: Deixou a todos encantados e pasmos com suas ilusões de ótica.

Nacionais:
- Acqua Toffana: Um humor negro muito bom. A obsessividade de Fulano de Tal em matar Célia, sua vizinha dos pés gordos, e seus TOC’s são engraçadíssimos.
- Anjo Malaquias: A vida de Mário Quintana de forma bem leve.
- Aqueles Dois: Uma montagem com abordagem natural e progressiva do descobrimento mútuo de Raul e Saul.
- Cachorro!: Os cachorros, como foram carinhosamente apelidados pelo público, mandaram ver nessa montagem de Nelson Rodrigues onde impera o riso à desgraça alheia.
- Kavka – Agarrado Num Traço à Lápis: O último dia de Kafka. Um monólogo denso, brilhantemente encenado por Ricardo Pucceti. Não há meio-termo, ou você gosta, ou odeia.
- Senhora dos Afogados: O que mais poderia dar da junção do texto de Nelson Rodrigues com a direção de Antunes Filho? A ausência de um cenário complexo ressaltou ainda mais as qualidades dos atores.

Infantis:
- O Menino Teresa: De longe a melhor das infantis. Cláudia Missura mostrou que é uma ótima atriz. Era empolgante ver como ela se divertia em cena, mais até que os pequenos.

Rua:
- O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado: Uma montagem ótima, que trouxe Dom Quixote e Sancho Pança aos dias de hoje. Cena para se lembrar: entram as madames cantando “troque seu cachorro por uma criança pobre”.
- Top! Top! Top!: As personagens de Henfil saíram dos quadrinhos e tomaram as ruas. Uma peça para mostrar que passou a ditadura mas alguns problemas permanecem.

Aldeia FIT:
- Asas: Não é atoa que a performance riopretense foi escalada para abrir um festival de teatro espanhol agosto que vem.

Piores peças:
Nacionais:
- Retratos Falantes: E daí que tinha Beatriz Segall e Chris Couto? Texto muito fraquinho, foram buscar na Inglaterra o que poderiam ter pego aqui com muito mais qualidade.

Rua:
- A Mulher Que Comeu o Mundo: Não cumpriu com o que propunha, além de não explicar os porquês e comos. Perda de tempo.

Vale a pena ver:
Internacionais:
- Le Retour au Désert: Um pouco cansativa em alguns momentos, novela demais em outros. No entanto, é uma peça que merece ser vista. Muito boa.

Nacionais:
- As Três Velhas: Como se auto-intitula, um “melodrama grotesco” das duas velhas de oitenta anos criadas pela empregada, centenária. Maria Alice Vergueiro, a do Tapa na Pantera, não acrescenta muito à história.
- Literatura Contemporânea: Um desabafo de Fernando Bonassi. Tem um texto muito bom.

Infantis:
- Homem Voa?: Conta a vida de Santos-Dumont utilizando bonecos manipulados e uma didática incrível.
- Sacy Pererê – A Lenda da Meia-Noite: Nada como resgatar o folclore brasileiro num teatro de sombras.

Rua:
- A Rua é Um Rio: Uma peça crítica, ajuda a abrir os olhos de quem só vê novela e jornalzinho.

Mais marcantes (ou peças soco-no-estômago):
- Adagio: A última e lenta noite da vida de uma mulher que sabe disso. Triste e melancólica.
- Manifiesto de Niños: Impossível sair sem se sentir impactado pelas atrocidades cometidas – reais ou não.

Galera simpatia:
Todo o elenco de Cachorro! e de Besouro, Cordão-de-Ouro; Dani Barros; Aurélia Thierrée e Cláudia Missura foram as meninas dos olhos do público. Conversaram com todo mundo, tiraram fotos, etc. Muito bacanas.

Galera nojo:
- A Beatriz Segall só foi vista no palco e ainda assim deu um ataque de estresse ao melhor estilo ator global no meio da peça. Não pode, Odetinha!
- Maria Padilha é muito nariz empinado, se achava a última bolacha do pacote e ainda queria um carro à disposição. Tenha dó…

Pra não esquecer:
Após a estréia de Literatura Contemporânea houve a inauguração da exposição de fotos sobre Kazuo Ono, um importante bailarino japonês. Para tanto, foi feito um coquetel com direito a siri, bolinho primavera, salgados de camarão e bacalhau, polenta frita, guarapa, caipirinha de saquê (frutas diversas), etc. Para quem iria jantar cachorro-quente aquilo foi um manjar dos deuses, que banquete…

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Começou o FIT!

Publicado por EPTV 07 em 10 de Julho de 2008, Quinta-feira

E começou cheio de vídeos em alta definição, com foco na internacionalidade do festival. O que por um lado livrou o público do chá de falação da mestre de cerimônias, por outro o entulhou de propaganda. Contudo, é inegável que no que diz respeito a conteúdo informativo este ano está dando show.

CARMEM FÚNEBRE
Bom, a peça de abertura este ano foi a Carmem Fúnebre, da companhia polonesa Teatr Biuro Podrózy, que em português significa Companhia de Viagens. Isso porque quando ela foi criada a Polônia ainda era comunista e os poloneses não podiam viajar.
Carmem é uma peça inspirada na Guerra da Bósnia e em outros conflitos étnicos, como a Segunda Guerra Mundial, por exemplo. Criada em 1994, é a mais velha do grupo; um drama denso, centrado em metáforas e imagens. Vale a pena.

P.S.: Muito bacana mesmo da parte deles falarem algumas falas em português, eles se empenharam mesmo em agradar o público.

Obs.: As fotos do festival podem ser vistas no álbum de fotos do Confissões no Flickr

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A ladainha do improvável teatro novo

Publicado por EPTV 07 em 5 de Julho de 2008, Sábado

Post internacional! Sim, estou em Pederneiras, na casa do Rego (é, uma recuperação com o professor mais coxa da universidade me rendeu essa viagem).
De qualquer forma, vamos ao motivo pelo qual estou escrevendo. É que eu entrei na comunidade do FIT e me deparei com o sempre presente tópico sobre a criação de um novo teatro em Rio Preto e com o post da Patrícia Fagundes em seu blog, o Revista Brasil.
Apesar de ser um assunto mais que batido, compensa abrir espaço para a discussão. Na minha opinião seria desperdício de dinheiro construir um teatro maior em Rio Preto. O Municipal (maior teatro da cidade) só lota em época de FIT, Janeiro Brasileiro da Comédia ou em peças esporádicas de atores globais. Pra quê fazer um maior? Não seria melhor investir no teatro regional, atrair patrocinadores para eles? Tenho certeza que se as companhias regionais tivessem patrocínio a população se interessaria mais, não seriam chupins de FIT como são hoje.
Mas digamos que o grande problema seria outro: a rapidez com que se esgotam os ingressos pro festival. Todos os anos tem uma novidade em relação à restrição da compra de ingressos. Ano passado cada pessoa só podia comprar 4 ingressos por sessão, este ano são 4 por espetáculo; além da venda via internet. Com certeza mais pessoas puderam comprar os ingressos, mas ainda assim muitos ficaram de fora. Em parte a culpa é dos afobados que chegam até 12 horas antes da abertura – o que eu acho uma tremenda babaquice – motivados pelos 15 minutos de fama e, é claro, por garantir a compra de todas as peças. Por outro lado, as sessões das peças mais concorridas são poucas em relação à procura.
Não sei se o “problema” das peças esgotadas será resolvido, mas uma coisa eu garanto: enquanto o público de Rio Preto e região não tiver o hábito de ir ao teatro não há razão para construir mais um. Pra ser bem sincero, acho até que é bom as peças se esgotarem, dá um quê a mais ao FIT, parece que as peças ficam mais atraentes.

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FIT: ingressos esgotados na internet

Publicado por EPTV 07 em 29 de Junho de 2008, Domingo

14:22: Até agora seis peças estão esgotadas nas vendas pela internet. Isso em pouco menos de uma hora e meia de venda. Segue a lista:
- (desconstruindo) Aniversário de casamento
- As meninas
- As três velhas
- Cordélia Brasil
- Habeas corpus
- O céu cinco minutos antes da tempestade

Update (16:28): Quatorze esgotadas
- (desconstruindo) Aniversário de casamento
- Acqua Toffana
- Andersen’s dream
- Aqueles dois (Nacional)
- As meninas
- As três velhas
- Besouro, Cordão-de-Ouro
- Cachorro !
- Cordélia Brasil
- Habeas corpus
- Kavka – Agarrado num traço a lápis
- L´Oratorie D´Aurelia
- O céu cinco minutos antes da tempestade
- Senhora dos Afogados

Fonte: Central de Vendas do SESC

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Acesse o site do FIT

Publicado por EPTV 07 em 13 de Junho de 2008, Sexta-Feira

Quem está tentando acessar o site do FIT não está conseguindo, mas eu consegui após algumas tentativas. Segue o link: http://www.festivalriopreto.com.br/asp/index.asp

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Cheiro de FIT no ar 2

Publicado por EPTV 07 em 10 de Junho de 2008, Terça-feira

Mais um espetáculo confimado no FIT deste ano. Trata-se de Acqua Toffana, um monólogo adaptado do livro de Patrícia Melo, sob direção de Pedro Brício e com a atriz Dani Barros. Essa peça rendeu a indicação ao Prêmio Shell à atriz.
Para os mais apressados, a peça está em cartaz no SESC Avenida Paulista e fica até o dia 13 do mês que vem. Os ingressos variam de R$ 5,00 a R$ 20,00.

Mais informações em:
Folha Online
Aguarrás
SESC – temporada no SESC Avenida Paulista, matéria

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Cheiro de FIT no ar

Publicado por EPTV 07 em 7 de Junho de 2008, Sábado

Tem cheiro de FIT no ar. Embora a divulgação da programação tenha sido adiada para a próxima sexta, algumas notícias começam a pipocar. Entre elas está a confirmação da dupla Victoria Thierrée Chaplin e Aurélia Thierrée, filha e neta de nada mais nada menos que Charles Chaplin, com “O Oratório de Aurélia“. Já está confirmado, também, o Grupo Espanca!, de Minas Gerais, com “Congresso Internacional do Medo”.
É óbvio que a organização festival divulgou essa notícia para atrair público. Mas como o público fitiano tem a característica de ser absolutamente compulsivo por teatro, já dá pra predizer que a peça das “parentes de Chaplin” está fadada a esgotar seus ingressos logo no primeiro dia de vendas. Do mesmo modo, a minha mãe, coitada, está fadada a madrugar na fila e garantir esse para mim e a torcida do Corinthians inteira.

Fonte: Jornal Diário da Região

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FIT 2007: balanço final

Publicado por EPTV 07 em 22 de Julho de 2007, Domingo

Bom, ilustres visitantes, o FIT acabou! Triste isso.
Boas são as recordações. Conversei com vários atores (dentre eles três argentinos, uma alemã e um venezuelano), fiz algumas amizades que espero durar o resto da vida, vivi cenas inusitadas, tive as mais variadas sensações possíveis e saio com a certeza de que o festival se consolidou e cada vez mais ganha seu espaço dentro e fora do país, tanto que a cobertura da Folha de São Paulo foi de cair o queixo.
Entretanto, como sou um rapaz exatóide e amante (sic) dos números, vamos a eles. Primeiro sobre o Festival. Em 13 dias foram:
- 30 peças (8 internacionais e 22 nacionais)
- 15 performances
- 4 shows
- 8 DJ’s
- Segundo o último boletim de ingressos, das 22 peças pagas, 17 se esgotaram para todos os dias e 1 para três dos seus quatro dias de apresentações. Na primeira semana de vendas, duas antes do festival, já haviam 10 esgotadas.

Quanto a mim, aí estão:
- 13 dias de festival
- 1 peça perdida (Braakland)
- 21 apresentações assistidas de 19 peças diferentes
- Média de 1,62 por dia
- Nenhuma visita ao não-lugar, embora não tenha faltado vontade.
- Uma camiseta do Grupo Galpão ganhada de meus pais.
- E é claro, muita história pra contar…

Bom, é isso, ano que vem estarei de novo contando as peripécias e aventuras de mais um FIT!
“Saiu por uma porta e entrou pela outra, quem quiser que conte outra”.

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FIT – 13º dia

Publicado por EPTV 07 em 22 de Julho de 2007, Domingo

Bom, neste último dia de festival assisti a três peças! Comecei com Aqui Ninguém é Inocente, da Companhia Linhas Aéreas e Atelier de Manufactura Suspeita, de São Paulo, e A História de Amor de Romeu e Julieta, da Companhia Cornucópia de Teatro, de Ribeirão Preto, que foram planejadas com antecedência. No entanto, estava com gostinho de quero mais que só o FIT dá, e resolvi ir de gaiato à peça Vento Forte Para um Papagaio Subir, do renomado Teatro Oficina, de São Paulo. Peça essa que tem como diretor nada mais nada menos que José Celso Martinez Corrêa, sim o diretor de Roda Viva!

AQUI NINGUÉM É INOCENTE
A peça se passa em duas fases. Na primeira, cada espectador escolhe umas das seis personagens para segui-la e observá-la, a saber: a empresária fresca, mas bem sucedida profissionalmente; o humanitário internacional português; o argentino estilista; o morador de rua; o professor de história e ex-petista e a morena acessora de um político de Brasília, que também procurava um namorado. Mas com uma advertência: devia-se manter uma distância razoável e total discrição para que as pessoas que andassem na rua não percebessem que se tratava de uma peça.
Na segunda fase, as personagens se apresentavam, contavam suas histórias e pediam ao público que lhes fizessem perguntas.
A peça é de muita qualidade, os atores são ótimos (não é fácil improvisar), enfim, gostei muito. Mass tenho duas críticas a fazer.
1ª- Acabou sem sentido e alguns atores (poucos) não souberam explorar as deixas e o texto.
2ª- Numa peça como essa, metade é a platéia quem faz. Algumas das perguntas foram as mais cretinas possíveis, embora grande parte da galera tenha entrado na brincadeira muito bem.

A HISTÓRIA DE AMOR DE ROMEU E JULIETA
Com um texto de Ariano Suassuna, a Cornucópia foi apontada por muitos (inclusive o curador) como a melhor peça infantil deste ano. Também, já começou pobre né?! Só com o Ariano…
A história todos já sabem, posto que é uma das mais encenadas e adaptadas do teatro. O que chama atenção aqui é a roupagem infantil. Não é fácil adaptar uma peça do peso de Romeu e Julieta de modo a torná-la leve o bastante para crianças verem e gostarem. O espetáculo mistura sons nordestinos, mexicanos, guitarras, baixos, enfim, uma salada de frutas teatral das mais brasileiras. As cenas de morte deixam os pequenos com o coração na mão, tadinhos. No entanto, nas cômicas a galera vai à loucura. Os grandes não se fazem de rogados, soltam o riso e ficam com o mesmo brilho nos olhos dos seus curumins.
Uma peça de muita qualidade e para todos os públicos. Não é por acaso que tantos tiveram opinião boa…

VENTO FORTE PARA UM PAPAGAIO SUBIR
Peça auto-biográfica de Zé Celso, escrita quando tinha seus vinte e poucos anos. Aqui, segundo me disseram (não sei porque foi a primeira peça dele que vi), ele fugiu totalmente de sua linha, o que frustrou um pouco alguns. Mesmo assim, não faltaram elogios, afinal, mestre é mestre.
Vemos nesta peça um Zé Celso moço, radiante, com a certeza de que Araraquara não era a cidade pra ele e a vontade de conquistar o mundo, própria de um jovem cheio de planos. Um espetáculo impecável, da interpretação à sonoplastia. Tudo é muito bem pensado, bem terminado, digno de sua maestria.
Olha, uma das coisas que me deixou deslumbrado foi ver o brilho nos olhos de um menino estampado no rosto do mestre. Quem é bom e gosta do que faz não precisa de mais nada, aliás, contagia a todos ao redor. Inesquecível. Terminei o FIT com uma puta chave de ouro!

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