Não choramos, não chorei. Mas foi quase.
Foi um “até logo”, embora tudo remetesse ao último. É que os até logos são mais fáceis de se aceitar do que os adeus e, embora não dissemos, houve um pacto subentendido: não vamos nos desmoronar aqui.
Para ser bem sincero, ainda não me caiu a ficha mas sinto que é questão de tempo. Talvez por não ter sido naquela mesma casa onde passamos um ano e meio, talvez por não terem sido todos ao mesmo tempo – não sei se me manteria tão bem se fosse assim. Fato é que vou sentir falta, e quando sentir…
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Até logo(?)
Publicado por EPTV 07 em 3 de Julho de 2009, Sexta-Feira
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Tem gente nova no pedaço
Publicado por EPTV 07 em 10 de Dezembro de 2008, Quarta-feira
Nem tão nova assim. Com a saída do Cesar, agora a Rep. Só Canelas tem um novo morador: o Buzz – que só faltava trazer as coisas mesmo.
Agora nosso humilde lar conta com o seguinte time: Osni, Renan, EPTV, Góes, Bixão, Tibério e Buzz. E como não poderia deixar de ser, a página da república foi atualizada.
Que venha 2009!
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Quer sair de noite? Não vá para São Carlos
Publicado por EPTV 07 em 30 de Novembro de 2008, Domingo
Existem dois tipos de cidade: as que têm e as que não têm noite. São Carlos se encaixa na segunda categoria. Puta sabadão sem nada pra fazer e decidimos ir a algum bar jogar conversa fora, só para não ficar em casa. Mas eis que praticamente tudo aqui fecha à meia-noite.
Resolvemos, então, analisar o leque de possibilidades. Leia o resto deste post »
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Combo
Publicado por EPTV 07 em 14 de Outubro de 2008, Terça-feira
Almoço na faculdade. Como a mistura do R.U. era uma daquelas da lista de coisas possívelmente tóxicas ou que podem criar vida, fomos no quiosque do AT6.
Eis que o Rego faz seu pedido:
-Eu queria um suco de melão e um X-Tudo.
-X-Tudo não tem.
Ele pára, pensa, analisa:
-Então me dá um… suco e um X-Tudo.
***
Três e vinte da madrugada, noite quente e sete retardados acordados (o Cesar está dormindo mas o Trapo está no lugar dele). No meio de um episódio de Seinfield surge a idéia: jogar bétcha* na rua. Alguém por acaso duvida de que estão jogando? Nem eu. Aliás, tenho certeza porque só fiquei eu aqui em casa.
P.S. 1: Também conhecido como bétis.
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Lugar de alface é no…
Publicado por EPTV 07 em 1 de Outubro de 2008, Quarta-feira
…CONGELADOR!
Estava demorando para voltar a acontecer mais um causo na rep. Pois bem, graças ao senso prático de sete marmanjos o maço de alface foi parar no congelador. Mas a intenção foi boa poxa, se ele ficasse para fora iria murchar. Só exageramos na intensidade da praticidade.
Na hora em que fomos fazer o lanche ontem (vulgo janta), estava o maço lá, todo duro, verde escuro.
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Compre ar!
Publicado por EPTV 07 em 2 de Setembro de 2008, Terça-feira
Tudo bem que eu não sou uma das pessoas mais normais do mundo, mas o pessoal aqui da rep. chuta o balde.
Tudo começou quando o Tibério, sem nada pra fazer (óóóóó), entrou na internet e viu esta notícia e este site. Pra ser sincero, não engoli a estória do clip até agora, é mentira. Certeza! A dos pixels eu já sabia.
Mas o que tem de anormal em ficar vagabundeando e ver notícias bizarras na internet? Leia o resto deste post »
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Sobre a madrugada, o milagre e os olés
Publicado por EPTV 07 em 27 de Agosto de 2008, Quarta-feira
São quase quatro da manhã e eu quero escrever alguma coisa aqui mas não consigo. Insônia? Muito pelo contrário: sono causado pela espera solitária de um programa rodando. É trabalho né, vale nota, fazer o quê? Ninguém mandou eu cair nas classes dos nerds. Como já deu pra perceber, começou a putaria de madrugadas em claro. Bem que o motivo podia ser uma festa…
O que me consola um pouco é o ditado que corre a bocas pequenas aqui na universidade: “Na Federal a diferença entre a Área Norte e a Área Sul é que enquanto a primeira se fode na graduação, a segunda se fode depois”. (Para quem ficou mais perdido que filho de puta em dia dos pais nessa parte, a Área Sul é predominantemente de cursos de humanas e a Norte, de cursos de exatas, daí a comparação)
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O triste fim de Lester, o rato
Publicado por EPTV 07 em 28 de Junho de 2008, Sábado
Acabou de acontecer! Tivemos a ilustre visita de Lester, o rato. Sim, amigos, era um maravilhoso final de tarde de sábado quando o parente pobre do Mickey, o Mouse, deu as caras aqui na rep.
Assim que viu, o Bixão veio me perguntar como se mata:
- Sei sim, mas não vou matar não! É assim, você põe uma caneta ou um cabo no pescoço do bicho e prende. Depois é só pressionar o cabo e puxar o rabo. Quebra o pescoço. Mas se não der é só sair batendo nele que também mata.
Pouco tempo depois, daqui da sala comecei a ouvir berros do tipo “vai caralho”, “bate, bate” e “em mim não!” entremeados a batidas e risadas. É… o pequeno roedor botou suas quatro patinhas para o lado de lá.
Olha, pelo que me lembro do rato que minha mãe e a Marinês mataram em casa há uns 2 anos, é uma cena impagável ver duas pessoas correndo e ao mesmo tempo tentando matar o bichinho. Imagina aqui, na Só Canelas?!
Pobre Lester.
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Eu hein…
Publicado por EPTV 07 em 27 de Junho de 2008, Sexta-Feira
Mais um final de semana na República Só Canelas. Como não poderia ser diferente num final de semestre, está uma loucura. Resultado: a despensa e os nosso estômagos sofrem as conseqüências. Sim queridos leitores, este será mais um post sobre nossas peripécias gastronômicas!
Tudo começou no meio da semana, quando a Carol foi fazer janta e fez a lista de ingredientes. Entre eles estava um caldo de frango para temperar. Adivinhem quem foi buscar? Sim, nosso amigo motorizado, o Rego, que trouxe um caldo de bacalhau.
“Ah, era tudo igual… Peguei o primeiro que vi…”
Isso não te cheira bem? Espere o que tem por vir…
Ontem, com a situação já um pouco crítica, nos viramos com meio pacote de macarrão e um molho de cachorro-quente que estava no congelador. Vai parecer clichê demais, mas parece que a comida fica mais gostosa quanto a gente está com fome.
Hoje, ao abrir a despensa pra ver se tinha algo veio um cheiro ruim. Não encontramos a fonte na hora mas a deixamos aberta para arejar um pouco.
Em plena madrugada, sem uma mísera bolacha água e sal, encontramos outro potinho de molho de cachorro-quente congelado, foi a salvação. Um manjar dos deuses que após oito minutos no microondas virou uma espécie de molho de carne meio queimada, meio gelada. Foi em dois palitos.
Como não poderia deixar de ser, ficamos com sede. Algo simples de se resolver, basta um pó de suco, água e açúcar. O açúcar tinha acabado de acabar, a água ok mas e o pó de suco?
Após uma vasculhada na despensa, descobrimos dois pacotes de Ki-Suco! Pausa dramática. Sim, dez gramas de corantes e conservantes capazes de tingir o que tocar. Nos sabores uva e morango. Fizemos. Mas não conseguimos enfiar aquele troço goela abaixo, estava sem açúcar. Fora o gosto ótimo…
Além disso, descobrimos também a origem daquele cheirinho: o caldo de bacalhau! Aquilo fede. É nessas horas que eu me pergunto como é que conseguem comer isso? Credo…
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O cara do um centavo
Publicado por EPTV 07 em 6 de Junho de 2008, Sexta-Feira
Eu conheço alguém que não abre mão do seu um centavo de troco. Sim pessoas, é o Gabriel, ou Guana, ou Squeeze.
Natural e residente em Araraquara, eis que este ser veio a passar no vestibular e cair na minha turma de faculdade. É um figuraça, cara de “nas nuvens”, estilo anos 70. É um desses sonâmbulos que parecem acordados e te perguntam coisas do além no meio da madrugada.
Pois bem, essa semana fomos buscar carvão para o churrasco. Depois de andar quase um quilômetro na segunda marcha, chegamos ao hipermercado, onde encontramos o carvão sem maiores problemas: R$ 7,29.
Pegamos o saco e nos dirigimos ao caixa e a moça:
- Quer pôr seu CPF na nota?
- Não, obrigado.
(Até hoje não sei por que cargas d’água ela pediu isso)
- São R$ 7,29.
Nosso amiguinho deu os dez paus e a moça devolveu R$ 2,70.
- Faltou um centavo.
- Quê?
A moça ficou pasma. “Como assim? Quem é lesado o bastante para pedir o um centavo de troco?” Deve ter pensado.
- São R$ 7,29, você me devolveu R$ 2,70, eu quero meu um centavo.
Nisso a moça mobilizou meia loja para dar o um centavo ao nosso amigo. Achei isso o cúmulo da honestidade. Se colocam R$ 7,29 é certo dar um centavo de troco, mas nunca isso acontece. De grão em grão a galinha enche o papo, mas eu não tenho a mesma coragem (cara de pau, será?) que ele. Dá-lhe Guana!
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